Tite não me deu atenção: Corinthians 2 x 0 Nacional (PAR)

De forma simples, sem nenhuma alteração efetiva no esquema tático, o Corinthians bateu o Nacional (Paraguai) por 2×0, ontem, no Pacaembu. Com isso, o clube fica a 2 pontos do líder de seu grupo na Libertadores, o Cruz Azul (México), que tem 6. Por sinal, os mexicanos serão os próximos dois desafios do Corinthians, nos dias 14 e 21 de março, respectivamente, fora e dentro de casa. No direito de errar, ontem, fiz um breve esboço do que deveria (ou poderia) ser a organização tática do Corinthians em campo.

Meus erros:
Tite não teve receio de mandar o volante Edenílson (lateral direito improvisado, no lugar de Alessandro e Welder, machucados) ao ataque. Pelo contrário, o jogador subiu insistentemente ao ataque, durante os 90 minutos. Não achei e continuo não achando uma boa ideia, mas foi dele o cruzamento para o gol de Jorge Henrique.

Imaginei que com a escassez de gols e forma física limitada, Liédson ficaria mais fixo na área, saindo apenas para breves tabelas e/ou arrancadas em direção ao gol. Porém, o camisa 9 chegou a trocar passes até mesmo no campo defensivo do Corinthians, perdendo a chance de aproveitar os rápidos ataques pelos lados do campo. Liédson não é mais um menino, alguém deve avisá-lo disso! Pouco criou na frente. Foram 2 chutes a gol em 90 minutos, sem brilho.

Meus acertos:
Danilo se movimentou muito, principalmente pelo lado direito do campo. Linha de fundo, entrada da área, segunda trave: sempre que era preciso, ele estava lá. Perdeu um gol e fez outro. Mais uma vez, a experiência e sangue frio do contestado (por parte da torcida) jogador fizeram a diferença. Pode-se dizer o mesmo sobre Jorge Henrique, com uma ressalva: precisa aprender, urgente, a cruzar bolas acima da linha da canela.

Pontos negativos:
Liédson ainda não desencantou e Alex, definitivamente, precisa de uma sombra no banco. Também achei que o eficiente Fábio Santos se arriscou muito pouco, sendo o principal articulador de jogadas de fundo, pela esquerda.

Pontos positivos:
Não que as ameaças do time paraguaio fossem muitas, mas a defesa se saiu bem. Chicão e Leandro Castán ainda mantém o entrosamento do início do ano passado.

Tite, se fizesse como eu indiquei, seriam 3 gols!
Conte comigo.

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