This is it – Koelho vai – mesmo – casar

Como diria meu amigo e padrinho, Felippe (Chera): “o gato subiu no telhado. Agora é só quem é”. Ontem, ao experimentar o traje do casamento, a ficha caiu de vez – pois é, vou, mesmo, me casar. Não me sinto nervoso como imaginava que poderia ficar a essa altura do campeonato, mas é evidente que a ansiedade é algo que já não consigo mais disfarçar – vide esse post, por exemplo. Faltam apenas 3 dias, pouco mais de 72 horas, para ser mais preciso.

Com praticamente tudo já pago, a preocupação agora fica por conta de São Pedro. Há mais de 1 ano, ao marcarmos o casamento, sabíamos que o inverno era uma época complicada. Porém, tínhamos a certeza de que as chances de chuva eram baixas, já que sem altas temperaturas, a precipitação é improvável. Como a tempestade na madrugada de terça-feira (ontem), já mudamos de opinião: a previsão do tempo acusa chuva de hoje a sexta-feira, além do habitual frio. Sábado? Ninguém diz. A noiva neurótica já contratou um gerador. Vai que cai um raio sobre o buffet e nos deixa sem energia elétrica, sem comida quente, bebida gelada, som? Mais uma centena de Dilmas para a conta do casório, não planejada, é claro.

Tirando isso, tudo ok. A mesma previsão do tempo, obscura para o feriado em São Paulo, é um tanto quanto incerta para Punta Cana. Sol, chuva, sol, chuva. O quanto de cada? Quem sabe? Reza a lenda de que é comum o tempo mudar no meio do dia ou da noite, mas no caso de chuva, é forte e rápida. Para quem chega do Brasil, simples de se lidar. O hotel oferece bebibas na faixa, além de restaurantes variados, o proliferado sistema all inclusive. Seria o paraíso de qualquer lua de mel, não fosse o dólar a mais de R$ 2. Mas para quem já se afundou num poço de reais, uma poça de dólares não afoga ninguém.

Serão minhas primeiras férias em toda a vida. Não que eu tenha sido assíduo em todos meus empregos – na verdade, em apenas um eu fiquei o tempo necessário para ter direito, mas são pouco mais de 5 anos acumulados, entre idas e vindas, temporadas de desemprego e afins. Preciso aproveitar, é claro. Começam hoje, às 18 horas. Vou abrigar, até domingo, em minha casa, meus tios que sempre me abrigaram nas viagens de fim e meio de ano no interior. Churrasco, cerveja, uma visita ao Pacaembu se for possível. É o mínimo que posso fazer a eles. De resto, praia, piscina, ressacas e a companhia da minha amiga-namorada-esposa, Marcia.

A festa em si terá “a nossa cara”. Como não tivemos opção de escolher a banda ou DJ (o buffet tem suas regras imutáveis), tivemos de aceitar o que foi imposto: um DJ que não passou muita confiança. “Acho que no começo da festa, respeitando os mais velhos, devemos colocar algumas músicas mais clássicas. Coisa do tipo Tony Bennett, Ray Conniff”. Foi o necessário para dizer a ele que não ia tocar nada que ele achasse bom ou conveniente. Rock dos anos 60, 70, 80 e 90, algumas pitadas de New Rock e pop dos anos 90/2000. Vai ter Ramones, The Clash, The Queers, Billy Idol, The Killers, The Hives, New Order e outras preciosidades, regadas por whisky, cerveja, vodka e cachaça.

Evidente que não con$eguimos convidar todos os amigos que gostaríamos. Nem que todos que estarão lá são mais ou menos importantes do que outros. Apenas, confirmaram a presença em tempo hábil / mostraram-se interessados em participar. Para quem não vai, meu sincero pedido de desculpas.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
Volto a escrever após as férias.
See ya!

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