Saindo do coma

Acordar de um coma é algo bastante interessante. Traumático, é verdade, mas interessante. Passei cerca de 13 dias desconectado da vida. Visita de 5 parentes em casa, durante 4 dias; casamento/ressaca do casamento; viagem; retorno. Nesse meio tempo, fui do céu ao inferno. Leia-se de Punta Cana a 31°C e São Paulo a 17°C. A tensão em perceber que toda rede wi-fi é débil e depois encontrar um bar de esportes que transmitia o jogo do Corinthians, ao vivo. Para se ter ideia do jetlag que a viagem e o retorno à vida real me causou, ontem vim trabalhar, sendo que ainda estava de férias.

Valem algumas considerações sobre o período em que fiquei nos aparelhos, na UTI da vida boa:

1. Casar é bem legal. Dá um trabalho imenso, stress sem precedentes, gastos aparentemente absurdos, mas é compensador;
2. Tenho os melhores amigos do mundo, a melhor esposa, e uma família devidamente bem sortida. Só não sei porque tenho tanto, mas, tenho;
3. Todas, absolutamente todas as pessoas que trabalham e podem juntar algum dinheiro, por menos que seja, deve e merece fazer uma boa viagem, de tempos em tempos. Quando digo “boa”, é aquela em que você é tratado como um rei, vive como plebeu e se alimenta como mendigo;
4. Ser corinthiano é bom demais, até mesmo quando é extremamente decepcionante.

Voltei, e o Acnoide, também.
Quando tiver mais tempo (paciência, pique e inspiração), comento melhor sobre o casório, Punta Cana e o Timão.

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